Por que é tão difícil encerrar uma relação

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Entendendo a dificuldade de encerrar relação

Encerrar uma relação que já acabou emocionalmente pode parecer uma tarefa quase hercúlea. A palavra-chave aqui é ‘encerrar relação’. Mas por que isso acontece? Entender o papel das emoções, memórias e até das expectativas sociais pode ser essencial para compreender esse fenômeno. Muitas vezes, as pessoas permanecem em relacionamentos em que a conexão emocional se perdeu porque têm medo do desconhecido ou da solidão que pode surgir.

Os aspectos psicológicos envolvidos

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, é comum observarmos padrões de comportamento que as pessoas repetem sem perceber. Um exemplo clínico generalizado seria o caso de uma paciente que, apesar de sentir que o relacionamento não mais a satisfazia, se encontrava presa aos ‘bons momentos’ do passado. A Psicologia Analítica Junguiana sugere que o inconsciente individual e coletivo também exerce uma pressão silenciosa, fazendo com que o encerramento de uma relação se torne um ato que parece ameaçar a estrutura interna do indivíduo.

Reflexões sobre o ato de encerrar relação

O ato de encerrar relação vai além da decisão pragmática de terminar. Explorar as emoções envolvidas, como o medo do julgamento, a ansiedade sobre o futuro e a tristeza pela perda de uma parte de si mesmo que estava enraizada na relação, faz parte de um processo de autoconhecimento. Também é importante reconhecer que o encerramento pode abrir caminhos para novas oportunidades de crescimento pessoal. A experiência, embora dolorosa, pode ser transformadora, proporcionando um novo espaço para que o indivíduo descubra sua resiliência e capacidade de recomeçar.

Conclusão

Se você está se sentindo preso em uma relação que já não oferece mais crescimento emocional, saiba que não está sozinho. Considere buscar ajuda de um profissional, como um psicólogo especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental ou Psicologia Analítica Junguiana. Esses profissionais podem guiar você através das camadas de emoções e crenças que podem estar bloqueando o caminho para o encerramento saudável de uma relação.

Referências

Jung, C. G. (1990). Aion: Estudos sobre o Simbolismo do Si-mesmo. Petrópolis: Vozes.
Beck, A. T. (1997). Terapia Cognitivo-Comportamental: Teoria e prática. Porto Alegre: Artmed.
Freud, S. (1921). Psicologia das Massas e Análise do Eu. Obras Completas, Vol. XV. Rio de Janeiro: Imago.

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Evani Rodrigues – Psicóloga clínica (CRP 04/43914) especializada em TCC e Junguiana. Te ajudo a transformar ansiedade, traumas e desafios emocionais em autoconhecimento e crescimento. Atendimento humanizado, onde ciência e acolhimento se encontram. Agende sua consulta e comece sua jornada de cura hoje mesmo!

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